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Continuando a viagem e pegando ainda emprestado a figura criada pelo Rev. Elben César, “o mineiro com cara de matuto” deixa Milão e vai para Verona. O mineiro, que já estava encantado com a mobilidade urbana de Milão, experimenta agora sua primeira viagem intermunicipal.
O mineiro pega o trem (trem mesmo) em direção a Verona. Viagem rápida. E, “o mineiro com cara de matuto”fica boquiaberto com o transporte ferroviário de passageiros na Itália. Trens ultramodernos, rápidos, precisos nos horários, com uma viagem confortável, chegamos ligeiros na terra de Romeu e Julieta. A cidade, provavelmente fundada por povos celtas, se tornou colônia romana em 89 a. C., com o nome de Augusta. Sob a égide do império, a cidade se desenvolveu, caminhando rapidamente para ser um importante centro político e econômico. Em Verona, “o mineiro com cara de matuto”, juntamente com sua esposa, ficam extasiados diante da “Arena de Verona” e o teatro romano. O mineiro sabia que estava diante de um monumento histórico e muito bem preservado. Ele, emocionado, pensou: “Che bello!” À noitinha, “o mineiro com cara de matuto” saiu para dar uma espiada na cidade. Ele e sua esposa sabiam da famosa conexão da cidade com a história literária de Romeu e Julieta. Assim, o mineiro foi conhecer a “Casa da Julieta”. O mineiro pôde perceber a força da peça de teatro escrita por William Shakespeare e o quanto ela move a economia do comércio local. A esposa do mineiro meio que o obrigou a fotografá-la com a mão no busto de uma estátua da bela Julieta. Já é tradição consagrada pelo turismo da cidade tal foto. O mineiro não quis pagar o mico de tirar a mesma foto. Mas, o mineiro emocionado, percebeu a força do “mito”, da lenda e pensou: “Che bello!
Em Verona, “o mineiro com cara de matuto”teve uma experiência negativa. Foi tomar um cafezim numa lanchonete. Era manhã, vários clientes, o mineiro, com uma mochila e alguns pertences, tomou lugar à mesa. Deliciou-se com seu café e a prosa. O “mineiro com cara de matuto” não percebeu a ação do gatuno, que, sorrateiramente, furtou sua mochila. Ele só foi perceber quando se levantou para ir embora. Foi roubado. Aborrecido, o mineiro pensou: “Che noioso!
No outro dia, o mineiro levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima. Afinal, pensou o mineiro, estamos na Itália! Rapidamente a alegria invadiu o coração do “mineiro com cara de matuto”. Até porque era dia do mineiro partir para Veneza. E Veneza, pensou o mineiro, é capaz de afugentar todo tipo de infortúnio.
Mas Veneza é um capítulo à frente, tema do próximo capítulo…
É isso!
Ailton Gonçalves Dias Filho, Pastor Presbiteriano e Professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie
Esse mineironcom cara de matuto pensa em italiano “che belo!”.
Sentiu tanta saudade do Brasil que quiseram assaltar ele, para que se sentisse em casa… kkk
Belas histórias…. parabéns
Bacana primo, o fato de ter tido a mochila furtada já foi superada né!
Ainda bem que na nossa Pátria querida, não existe isso!
Deve ter sido uma experiência única!
Fico feliz por voces!
E eu, outro Mineiro, tive o grande prazer de conhecer esse matuto e sua esposa lá na Itália (em um passeio pela Toscana).
Casal encantador. Que não de deixou-se abalar por conta desse infortúnio.
Grande abraço Ailton e Alessandra.
Cícero e Marcilene.