Maio Amarelo 2026 amplia debate sobre segurança no transporte corporativo e excesso de tempo ao volante

Maio Amarelo 2026 amplia debate sobre segurança no transporte corporativo e excesso de tempo ao volante

8 de maio de 2026 0 Por Redação Em Notícia
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Com foco no tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, Autonomoz defende uso de tecnologia, mobilidade corporativa compartilhada e monitoramento para reduzir riscos nas jornadas de colaboradores

O Maio Amarelo 2026, que neste ano traz como tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, amplia o debate sobre segurança viária ao colocar em pauta um problema crescente nas cidades e estradas brasileiras: o excesso de tempo ao volante. Em meio ao avanço da mobilidade corporativa e ao aumento do deslocamento diário de trabalhadores, empresas passaram a discutir não apenas eficiência logística, mas também formas de garantir segurança no transporte de colaboradores. Nesse contexto, modelos de economia compartilhada no transporte corporativo e plataformas de mobilidade empresarial ganham espaço como alternativa para reduzir exposição a jornadas exaustivas, ampliar rastreabilidade e melhorar a gestão operacional dos deslocamentos.

Direção defensiva

É nesse cenário que a Autonomoz, empresa brasileira de mobilidade corporativa com sede em Curitiba, vem ampliando o debate sobre segurança no transporte de funcionários e direção defensiva durante o Maio Amarelo. A companhia atua conectando motoristas parceiros a empresas que precisam de transporte programado de colaboradores em áreas urbanas e intermunicipais. Com operação em 175 cidades e uma rede de aproximadamente 900 motoristas parceiros, a empresa aposta em tecnologia, monitoramento em tempo real e planejamento prévio das viagens para minimizar riscos associados à fadiga, ao estresse e à sobrecarga ao volante. “Quando discutimos mobilidade corporativa, não estamos falando apenas de deslocamento. Estamos falando de segurança, previsibilidade, qualidade de vida e responsabilidade compartilhada entre empresas, motoristas parceiros e passageiros”, afirma Gisele Santos, especialista em Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA) da Autonomoz.

O que muda com as plataformas de mobilidade corporativa

A expansão das plataformas digitais vem mudando a forma como funciona o transporte corporativo para empresas sem frota própria. Diferentemente do modelo tradicional de fretado, a mobilidade corporativa compartilhada opera com rotas programadas, passageiros previamente identificados e monitoramento contínuo das viagens. Na prática, isso permite maior previsibilidade operacional, rastreabilidade e controle das jornadas, além de gerar redução de custos para as empresas. O modelo também ajuda a responder dúvidas frequentes do mercado, como quanto custa terceirizar transporte de funcionários e quais são as vantagens de terceirizar transporte de colaboradores em vez de manter estruturas próprias. Segundo a Autonomoz, a organização prévia das viagens também contribui para reduzir deslocamentos excessivos e distribuir melhor as demandas entre os motoristas parceiros. A plataforma conta ainda com Centro de Controle Operacional (CCO) 24 horas, recursos de rastreamento e protocolos internos voltados à segurança no transporte de colaboradores.

Transporte corporativo sustentável entra na pauta ESG das empresas

A discussão sobre transporte corporativo sustentável também ganhou relevância dentro das agendas de ESG. Empresas passaram a olhar o deslocamento de colaboradores não apenas como custo operacional, mas como parte das estratégias de segurança, sustentabilidade e bem-estar. Nesse cenário, modelos compartilhados ajudam a otimizar rotas, reduzir veículos em circulação e ampliar a eficiência logística. Além do uso de tecnologia, a Autonomoz mantém iniciativas permanentes de conscientização voltadas à direção segura, combate à fadiga e prevenção de acidentes. Entre elas está o programa “Regras de Ouro”, que reúne orientações relacionadas à direção defensiva, pausas adequadas, saúde física e mental e manutenção preventiva dos veículos.
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