79,5% de endividados: Consultoria imobiliária é alternativa para reorganizar patrimônio

79,5% de endividados: Consultoria imobiliária é alternativa para reorganizar patrimônio

6 de janeiro de 2026 0 Por Redação Em Notícia
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Com endividamento recorde e patrimônio disperso entre Brasil e exterior, a virada do ano é o momento mais eficiente para reorganizar ativos e definir a estratégia financeira que sustentará 2026

O cenário financeiro das famílias brasileiras revela sinais persistentes de fragilidade, marcados por altos níveis de endividamento e pressão crescente sobre a renda. Em 2025, o endividamento chegou a 79,5%, o maior patamar desde o início da série em 2010, enquanto a inadimplência alcançou 30,5%, indicando que quase 1/3 das famílias não conseguiram manter em dia o pagamento das contas. Ao mesmo tempo, o volume de investimentos continua crescendo e já soma R$ 7,9 trilhões, apoiado por juros elevados, digitalização e maior oferta de produtos. Estima-se que o número de investidores deve avançar para 39% da população, movimento reforçado pelo aumento da educação financeira e pela busca por alternativas à poupança.

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Paralelamente, brasileiros no exterior mantêm um volume expressivo de patrimônio global, somando US$ 654,5 bilhões declarados ao Banco Central em ativos fora do país, um indicador que reforça o poder de alocação desse público em estratégias estruturadas de construção de patrimônio. Essa combinação de alto endividamento, liquidez crescente e patrimônio disperso cria a janela ideal para revisar decisões, organizar metas e estruturar o plano patrimonial que sustentará o próximo ciclo.

Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, a virada do ano é o momento mais estratégico para organizar finanças e reposicionar o patrimônio. “A maioria das pessoas planeja festas, viagens e consumo, mas não estrutura o futuro financeiro com o mesmo cuidado. A mudança de ciclo exige revisar dívidas, definir prioridades e entender quais ativos geram renda estável ao longo dos meses. Quando a pessoa organiza o patrimônio com estratégia e previsibilidade, evita repetir erros do ano anterior e ganha margem para acelerar resultados no período seguinte. Nosso trabalho parte exatamente desse princípio, transformar decisões pontuais em um projeto patrimonial que sustenta a família por muitos anos”, afirma Ros. Ele destaca que a janela de transição entre um ano e outro oferece clareza, liquidez e motivação para quem deseja transformar renda em ativos que funcionam de forma contínua.

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Nesse ambiente de endividamento elevado, renda pressionada e patrimônio muitas vezes pulverizado entre diferentes ativos no Brasil e no exterior, a Referência Capital atua na organização de estruturas que buscam dar previsibilidade ao planejamento patrimonial. O foco está em transformar o imóvel em um ativo que gere fluxo de receita e reduza o esforço mensal das famílias, algo especialmente relevante quando grande parte da renda já está comprometida com dívidas ou com custo de vida crescente. Para isso, a empresa trabalha com modelos como consórcios, aquisição de unidades na planta e exploração de curta temporada, que permitem reorganizar o patrimônio sem depender exclusivamente de financiamento tradicional.

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No caso de brasileiros que vivem fora do país, a companhia integra etapas como carta de crédito, seleção dos imóveis e gestão operacional, atendendo a um público que procura centralizar decisões e alinhar patrimônio global. A demanda por estruturas mais técnicas e previsíveis cresce justamente porque oferecer estabilidade em cenários voláteis se tornou parte essencial da estratégia de quem busca iniciar o próximo ciclo em melhor posição financeira.

À medida que o ciclo anual se aproxima do fim, cresce a urgência de reorganizar finanças e definir prioridades patrimoniais para o período seguinte. O ambiente combina fatores decisivos, como o impulso do 13º salário, bônus corporativos, câmbio ainda favorável a quem vive fora e uma oferta crescente de instrumentos de investimento, criando uma janela rara para corrigir distorções e redesenhar metas. Famílias pressionadas por dívidas precisam liberar margem e transformar renda sazonal em amortização e investimento; já os expatriados têm a chance de converter poder de compra em ativos reais no Brasil.

Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, a virada do calendário separa quem age de quem repete erros. “A diferença entre começar o ano vulnerável ou começar estruturado está nas decisões tomadas agora. A virada não resolve nada sozinha. O que resolve é usar esse momento para ajustar rota, organizar patrimônio e construir previsibilidade”, afirma. A transição entre um ano e outro deixa de ser simbólica e passa a ser estratégica, marcando o ponto de partida para quem pretende avançar com segurança no próximo ciclo.

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