Com meta de 100% do PIB, fundos de pensão treinam diretores
26 de maio de 2026A Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) estabelece meta de elevar os ativos dos fundos de pensão fechados para cerca de 100% do PIB em dez anos. Para isso, pretende ampliar a base de participantes, que hoje soma 3,1 milhões, com foco em trabalhadores jovens. A UniAbrapp oferecerá curso online nos dias 27 e 28 de maio para capacitar dirigentes na atração de novos aderentes.
A previdência complementar fechada administra atualmente cerca de R$ 1,3 trilhão em ativos, total equivalente a 11,2% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo levantamento da Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).
A entidade, que representa o setor de fundos de pensão (também conhecidos como Entidades Fechadas de Previdência Complementar – EFPCs), planeja ampliar gradualmente essa participação até alcançar patamares próximos de 100% do PIB em 10 anos.
Nesse contexto, ganha relevância a necessidade de ampliar a base de participantes dos fundos de pensão, especialmente entre trabalhadores mais jovens e públicos ainda pouco alcançados pelos planos previdenciários. E é com esse foco que a Universidade Corporativa da Previdência Complementar (UniAbrapp) vai realizar, nos dias 27 e 28 de maio, o curso “Como Atrair e Engajar Novos Participantes para as EFPC”, em formato online e ao vivo. O treinamento será conduzido pela especialista Vanessa Dal Inha, que tem MBA em Liderança, Inovação e Gestão 4.0, e pós-graduação em Previdência Complementar.
“O curso busca oferecer ferramentas práticas para que as entidades aprimorem sua capacidade de aproximação com potenciais participantes” diz Vanessa Dal Inha. “Dessa maneira, a cultura previdenciária é fortalecida e amplia-se a percepção de valor dos planos de previdência complementar”, acrescenta.
O presidente da UniAbrapp, Jarbas de Biagi, reforça a importância do curso para o aumento do número de participantes e afirma que a meta de chegar a 100% do PIB vai além do fortalecimento do setor: “Mais do que aumentar ativos, a meta representa a construção de um ambiente de maior proteção financeira, educação previdenciária e sustentabilidade econômica para as próximas décadas”.






